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O evento ocorreu nesta quarta-feira (26), no Palácio do Planalto.

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O governo Lula era contrário à aprovação por causa do impacto nas contas públicas.

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Moraes abriu a votação e defendeu manter sua decisão.

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Segundo Múcio, a decisão do STF já era esperada e encerra um processo doloroso.

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Bolsonaro permanecerá na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

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A crise decorre de uma série de críticas e ataques feitos por Lindbergh Farias a Motta.

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Falta apenas o voto da ministra Cármen Lúcia. Moraes, Dino e Zanin votaram para manter a prisão.

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Além de Moraes e Dino, votam também Cármen Lúcia e o ministro Cristiano Zanin.

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O favorito de Alcolumbre era o ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

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O PSOL pediu ao STF e à PF, na quarta-feira (19), a prisão do parlamentar.