
O governo Lula era contrário à aprovação por causa do impacto nas contas públicas.

Moraes abriu a votação e defendeu manter sua decisão.

Segundo Múcio, a decisão do STF já era esperada e encerra um processo doloroso.

Bolsonaro permanecerá na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

A crise decorre de uma série de críticas e ataques feitos por Lindbergh Farias a Motta.

Falta apenas o voto da ministra Cármen Lúcia. Moraes, Dino e Zanin votaram para manter a prisão.

Além de Moraes e Dino, votam também Cármen Lúcia e o ministro Cristiano Zanin.

O favorito de Alcolumbre era o ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

O PSOL pediu ao STF e à PF, na quarta-feira (19), a prisão do parlamentar.

O presidente indicou o advogado-geral da União, Jorge Messias, para o STF.