
Alexandre de Moraes foi incluído na lista em julho, e a esposa, em setembro.

Moraes afirmou que a votação da Câmara violou a Constituição.

Foram 227 a favor, 170 contra e 10 abstenções — abaixo dos 257 votos necessários.

A votação teve ampla aprovação: 291 votos a 148.

A proposta foi aprovada no plenário por ampla maioria: 436 votos a favor e apenas 2 contra.

Glauber Braga ocupou a cadeira da presidência e disse que não sairia.

Em 2023, o STF declarou inconstitucional o marco temporal para terras indígenas.

O ministro afirmou que, durante o voo, não houve conversa sobre o processo.

Dos 99 pedidos, há 56 pedidos de afastamento contra Moraes.

A Câmara aprovou por 379 a 51; no Senado, por 70 a 2.