
O produto é popularmente associado a críticas sobre incoerência política.

Flávio estava acompanhado de seu irmão, Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

A investigação apura aportes que somam aproximadamente R$ 3 bilhões.

Moro ainda associou o Mensalão e o Petrolão às corrupções de Lula.

Segundo aliados, o convite teria sido articulado pela Casa Branca.

Os investigadores buscam esclarecer a relação dela com Lulinha.

Flávio considera a abertura da comissão “mais urgente do que nunca”.

A mudança no comando do caso gerou críticas da oposição a Lula.

A autorização para a operação partiu do ministro Alexandre de Moraes.

Flávio afirmou que esse tipo de expressão é comum entre cariocas.