
A proposta busca reagir às restrições da UE e às ameaças de Trump.

Se aprovado, o projeto dará ao Brasil um instrumento próprio de defesa.

Débora estava detida em Rio Claro, no interior do estado de São Paulo.

Em depoimento prestado à Justiça, Débora reconheceu a ilicitude de seus atos.

Segundo Gonet, não há provas suficientes de que Bolsonaro tenha ordenado a falsificação dos dados.

Votaram a favor os ministros Alexandre de Moraes (relator), Flávio Dino, Luiz Fux, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia.

Nesta quarta-feira, a Primeira Turma decidirá se Bolsonaro e outros sete aliados se tornarão réus pela tentativa de executar um suposto golpe de Estado.

O julgamento final está marcado para amanhã, quarta-feira (26).

“Não se achou absolutamente nada” contra o ex-presidente, afirmou.

Os trabalhos tiveram início nesta manhã e vão até quarta-feira (26).