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O ministro Alexandre de Moraes havia solicitado, em 18 de março, um parecer da Procuradoria-Geral da República sobre a prisão do ex-presidente.

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Na avaliação do delegado da PF, o vazamento das mensagens teve como objetivo prejudicar o Supremo e desgastar Moraes.

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O despacho foi assinado pelo magistrado em 18 de março ao analisar uma notícia-crime apresentada contra o ex-presidente.

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Bolsonaro também descartou a possibilidade de deixar o Brasil ou solicitar asilo político nos Estados Unidos.

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Débora estava detida no Centro de Ressocialização Feminino de Rio Claro, no interior paulista.

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Em depoimento prestado à Justiça, Débora reconheceu a ilicitude de seus atos, classificando sua conduta como “ilegal”.

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Segundo Gonet, não há provas suficientes de que Bolsonaro tenha ordenado a falsificação dos dados.

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A declaração vem após a Primeira Turma do STF torná-lo réu por suposta tentativa de golpe.

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Votaram a favor os ministros Alexandre de Moraes (relator), Flávio Dino, Luiz Fux, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia.

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Nesta quarta-feira, a Primeira Turma decidirá se Bolsonaro e outros sete aliados se tornarão réus pela tentativa de executar um suposto golpe de Estado.