
Débora estava detida em Rio Claro, no interior do estado de São Paulo.

Em depoimento prestado à Justiça, Débora reconheceu a ilicitude de seus atos.

Segundo Gonet, não há provas suficientes de que Bolsonaro tenha ordenado a falsificação dos dados.

A declaração vem após a 1ª Turma do STF torná-lo réu por golpe.

Votaram a favor Moraes, Dino, Luiz Fux, Zanin e Cármen Lúcia.

A 1ª Turma decidirá se Bolsonaro será réu pela trama golpista.

O julgamento final está marcado para amanhã, quarta-feira (26).

“Não se achou absolutamente nada” contra o ex-presidente, afirmou.

Os trabalhos tiveram início nesta manhã e vão até quarta-feira (26).

O placar é pela condenação da mulher a 14 anos de prisão.