A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fará um discurso à nação nesta quarta-feira (17), às 23h (horário de Brasília), no qual abordará as conquistas de seu governo em 2025.
“O melhor está por vir, como ele sempre fala. Talvez ele também possa dar algumas pistas das políticas que virão no próximo ano”, disse Leavitt, em entrevista à emissora Fox News, na tarde de terça-feira (16), sem fornecer outros detalhes.
Entre os resultados alcançados neste ano, a porta-voz destacou a redução nos preços da gasolina no país e afirmou ver a possibilidade de que os valores continuem em queda, podendo atingir níveis abaixo de US$ 2 por galão. Leavitt também mencionou o aumento do crescimento do salário médio nos Estados Unidos durante o governo Trump, sustentando que as políticas adotadas pelo republicano têm como objetivo “colocar a América para trabalhar de novo”, com uma força de trabalho cada vez mais composta por cidadãos americanos.
Ao tratar das prioridades da administração Trump, Leavitt afirmou que o presidente busca não apenas fortalecer as fronteiras e endurecer as políticas de imigração, mas também ampliar os investimentos no país, com o objetivo de revitalizar a indústria local.
Mais cedo, Trump havia anunciado o discurso por meio de uma publicação na rede Truth Social, sem antecipar os temas que seriam abordados. Ao longo de seu primeiro ano no cargo, o presidente norte-americano promoveu uma reconfiguração das relações econômicas e de segurança nacional dos Estados Unidos, impondo tarifas a parceiros comerciais e entrando em atritos com aliados, como a União Europeia (UE) e a OTAN, em torno dos gastos com defesa e das estratégias para enfrentar a guerra da Rússia contra a Ucrânia.
No plano interno, Trump testou os limites do poder executivo ao pressionar por uma reestruturação do governo federal, com reduções de pessoal e cortes orçamentários. Também buscou cumprir promessas de campanha relacionadas à imigração, promovendo deportações em massa e restringindo as vias legais de entrada no país.




