A influenciadora digital Isabel Veloso morreu neste sábado (10), aos 19 anos. A informação foi anunciada pelo marido, Lucas Borbas, por meio de uma publicação no Instagram. A jovem lutava contra um câncer classificado como terminal.
“Hoje meu coração fala em silêncio, porque a dor é grande demais para caber em palavras. A Isabel partiu, e com ela vai uma parte de mim. Mas o amor… o amor não morre”, escreveu Lucas. Em seguida, completou: “Ela foi luz nos dias mais escuros, foi coragem quando tudo dizia para desistir, foi amor quando a vida parecia injusta. Viveu intensamente, amou profundamente, lutou até onde era humanamente possível — e até além”.
Isabel Veloso descobriu que tinha linfoma de Hodgkin em outubro de 2021, aos 15 anos, após a identificação de tumores no pescoço e no tórax, que comprometiam sua respiração e pressionavam seu coração. Em fevereiro de 2022, ela mostrou nas redes sociais que havia perdido o cabelo em decorrência da quimioterapia. No mês seguinte, concluiu a última sessão do tratamento, mas, dois meses depois, foi informada de que as iniciativas não haviam surtido o efeito esperado.
A influenciadora passou por um transplante autólogo de medula óssea, no qual o material é retirado da própria paciente. Em janeiro de 2023, anunciou aos seguidores que havia “vencido o câncer” e, até setembro do mesmo ano, seguiu em tratamento com imunoterapia para reestabelecer sua saúde.
Em janeiro de 2024, Isabel comunicou que a doença havia retornado e que o câncer havia sido classificado como terminal. “Ter um câncer que não possui mais cura dói, e muito, mas saber que tenho O Senhor comigo, bem como as pessoas que amo, tudo se faz mais leve”, declarou à época.
Em maio de 2025, ela anunciou que havia entrado em remissão e que o próximo passo seria um transplante de medula com material doado pelo pai, que apresentou 60% de compatibilidade. O procedimento foi realizado com sucesso, e Isabel recebeu alta médica antes do previsto.
No entanto, 17 dias depois, precisou retornar ao hospital e foi entubada na UTI após uma crise respiratória causada pelo excesso de magnésio no sangue.




