Uma família do sul do estado americano da Flórida pede ajuda para localizar quatro parentes que desapareceram após o avião em que estavam perder contato durante um voo das Bahamas para a região de Miami. Uma operação de busca envolvendo diferentes agências foi mobilizada, com apoio da Guarda Costeira dos Estados Unidos.
O PA-34 Piper, aeronave com capacidade para cinco pessoas, decolou de Great Harbour Cay por volta das 11h12 de segunda-feira (7), no horário local, com destino ao aeroporto de Opa-locka, na Flórida, segundo a Força Policial Real das Bahamas (RBPF). O controle de tráfego aéreo perdeu contato com a aeronave a cerca de 21 quilômetros a oeste da Ilha de Andros, a maior do arquipélago.
Segundo Silvi Larrieu, quatro familiares estavam a bordo: seu tio, Mario Lamar, de 80 anos, a esposa dele, Lili Lamar, e os netos Christian Sosa e Sofi Sosa. De acordo com Larrieu, Lamar possui mais de 40 anos de experiência na aviação.
As autoridades foram comunicadas sobre o desaparecimento por volta das 14h20, após receberem a informação de que uma aeronave poderia ter caído nas águas próximas a Red Bays, no noroeste de Andros. Dados do site de rastreamento de voos FlightRadar24 indicam que o avião, de matrícula N212ML, sobrevoou a costa das Bahamas antes de desaparecer do radar.
Havia fortes tempestades na região no momento do desaparecimento, mas ainda não foi confirmado se as condições meteorológicas contribuíram para o incidente.
A Guarda Costeira dos Estados Unidos informou que auxilia a Força de Defesa Real das Bahamas nas buscas e enviou uma aeronave HC-144 Ocean Sentry para realizar a varredura da área. Uma primeira operação foi interrompida devido ao mau tempo e deveria ser retomada assim que as condições permitissem.
A polícia informou que a localização da aeronave e de seus ocupantes permanece como prioridade. A família também pede que pessoas que tenham testemunhado qualquer ocorrência nas proximidades comuniquem imediatamente as autoridades, incluindo avistamentos de uma aeronave em dificuldade, movimentações incomuns na água ou na costa e comunicações por rádio.
“Seja de avião, de barco, qualquer sinal que você tenha notado, para nos ajudar a encontrá-los e trazê-los de volta com vida”, afirmou Larrieu.




