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O YouTube, com mais de 2 bilhões de usuários, afirmou que “valoriza vozes conservadoras” na plataforma.
As buscas por “arrebatamento” aumentaram desde sábado (20), segundo o Google Trends.
Segundo a emissora estatal Telesur, o canal saiu do ar na tarde de sexta-feira (19) “sem qualquer justificativa”.
Mais de 7.700 canais removidos eram ligados à China e promoviam o regime chinês em chinês e inglês.