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O acordo não garante segurança dos EUA ou um fluxo contínuo de armas para Kiev.
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Trump havia dito que a Ucrânia “nunca deveria ter começado” a guerra, gerando críticas internacionais.
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As mudanças drásticas já implementadas por Trump servem como um alerta: ele demonstra disposição para romper com décadas de política externa norte-americana.
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A crítica surgiu após Zelensky rejeitar uma proposta dos Estados Unidos para trocar terras raras e minerais ucranianos por apoio.
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Um diplomata europeu expressou ceticismo quanto à proposta de Zelensky, destacando que “há uma força militar europeia chamada OTAN”.
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A Ucrânia já havia proposto abrir seus recursos para investimentos no ano passado, ao apresentar um “plano de vitória” que buscava fortalecer sua posição nas negociações e pressionar Moscou.
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Os EUA também querem que os ucranianos realizem eleições até o fim do ano, especialmente se houver uma trégua com a Rússia.
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O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky classificou o ataque, ocorrido na manhã de sábado (1º), como “outro crime terrorista”.
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Ele afirmou que Lula não é mais relevante no conflito e que a situação não mudará, mesmo com o retorno de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos.