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O episódio ocorreu um dia após Nicolás Maduro assumir seu terceiro mandato como presidente da Venezuela.

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A recompensa por Maduro e pelo Ministro da Justiça, Diosdado Cabello, foi elevada para US$ 25 milhões.

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O Brasil enviou a embaixadora Glivânia Maria de Oliveira à posse de Maduro.

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O regime de Maduro não apresentou provas da vitória nas eleições.

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Diplomatas aguardaram o desfecho do caso Corina antes de confirmar a ida da embaixadora; o regime nega a prisão.

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María Corina participava de um ato em Chacao, sua primeira aparição pública em mais de cem dias.

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A tensão na Venezuela aumentou com atos convocados tanto pelo regime de Maduro quanto pela oposição, em uma semana marcada pelo endurecimento da repressão.

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Machado foi detida após participar de uma marcha antigovernamental em Caracas, sua primeira aparição pública em meses.

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Após cinco meses longe dos holofotes, a opositora fez sua primeira aparição pública, discursando para manifestantes.

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Maduro, que afirmou que os cidadãos americanos detidos eram de “alto nível”, não forneceu mais detalhes ou evidências das prisões.