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O Mês do Orgulho remonta aos protestos de junho de 1969, ocorridos no bar Stonewall Inn, em Nova York, nos EUA.

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O STF dedicou cerca de 13 horas aos interrogatórios, somando as sessões realizadas na segunda-feira (9) e na terça-feira (10).

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O ex-presidente Jair Bolsonaro foi o sexto a prestar depoimento.

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Segundo ele, o texto não foi discutido com ninguém e sequer era de sua autoria.

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Ele será o sexto réu a depor entre os oito do chamado “núcleo crucial”.

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O depoimento do tenente-coronel Mauro Cid foi o primeiro da sessão.

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O militar também confirmou a existência de um documento que previa a detenção de autoridades do STF e do Legislativo.