
Bolsonaro permanecerá na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

Bolsonaro continuará detido na Superintendência da Polícia Federal.

A mobilização foi anunciada por vídeos e textos nas redes sociais.

Deputados do PL querem acelerar a votação do texto ainda neste ano, mesmo dizendo que a prioridade oficial segue sendo a anistia.

A crise decorre de uma série de críticas e ataques feitos por Lindbergh Farias a Motta.

A honraria reconhece a trajetória brasileira e seu papel no fortalecimento da educação e da pesquisa no país africano.

Falta apenas o voto da ministra Cármen Lúcia. Moraes, Dino e Zanin votaram para manter a prisão.

Além de Moraes e Dino, votam também Cármen Lúcia e o ministro Cristiano Zanin.

Segundo a Quaest, a maioria dos brasileiros se manifesta contra a prisão de Bolsonaro nas redes sociais.

A audiência considerou a prisão legal e decidiu que o detido deve continuar preso.