
A operação é vista como uma concessão de Netanyahu aos setores da direita, insatisfeitos com o cessar-fogo na guerra contra o Hamas.

Além de Nasrallah, outros membros do Hezbollah foram mortos por Israel.

Netanyahu afirmou que Israel e os EUA compartilham uma “estratégia comum” e prometeu trabalhar para concretizar essa visão.

O petista diz que proposta de Trump para Gaza é “incompreensível”, acusa EUA de incentivarem ações de Israel e defende reconstrução palestina.

Moradores de Gaza aproveitaram a trégua para verificar suas casas, com multidões se movendo pelo sul de Gaza, especialmente em Rafah.

Um acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas foi alcançado.

A primeira fase prevê um cessar-fogo de seis semanas, com retirada gradual das forças israelenses da Faixa de Gaza e troca de reféns.

Algumas armas podem ser enviadas dos estoques atuais dos EUA, mas a maioria levará anos para ser entregue.

Donald Trump, presidente eleito dos EUA, disse que haverá “um inferno a pagar” no Oriente Médio se os reféns na Faixa de Gaza não forem libertados antes de sua posse em 20 de janeiro de 2025.