
Embora as aquisições tenham sido aprovadas na época, a FTC afirma que as fusões foram estratégias deliberadas para neutralizar ameaças crescentes ao Facebook.

Segundo o relato, líderes da Meta agiram em segredo para entrar no mercado chinês.

O governo brasileiro, por meio da Advocacia Geral da União, buscou esclarecimentos sobre a decisão e seus possíveis impactos.

Na semana passada, o MPF pediu explicações à cúpula da Meta no Brasil sobre as mudanças anunciadas pelo CEO Mark Zuckerberg.

A Meta encerrará o programa de checagem de fatos nos EUA.

Além da exposição, o presidente visitou a Galeria dos Presidentes e fez críticas a Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL).

O MPF quer saber se as alterações anunciadas por Mark Zuckerberg, CEO da Meta, também afetarão as plataformas no Brasil.

O objetivo é verificar se a filial brasileira seguirá a matriz americana, encerrando o programa de checagem de fatos.

Zuckerberg defendeu simplificar políticas e priorizar a liberdade de expressão.

Nick Clegg, presidente da equipe de assuntos globais da Meta, deixará a empresa após sete anos.