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A China é muito dependente do mercado consumidor dos Estados Unidos.

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Medida foi tomada após recusa da instituição em acabar com ações de inclusão e equidade, como exigia Trump.

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Houve destaque nas exportações da indústria brasileira e no aumento das importações de bens de alto valor agregado, com foco em tecnologia e energia.

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O anúncio chinês vem após o tarifaço de Trump já começar a afetar a China, com queda na Bolsa, nas exportações e no consumo interno.

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Os principais destinos incluem Estados Unidos, países europeus e asiáticos.

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A Nova Zelândia afirma estar engajada, em conjunto com os EUA, no combate às agressões da China na região.

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A delegação americana será liderada por Steve Witkoff, enviado especial dos EUA para o Oriente Médio.

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Segundo Pequim, a medida entra em vigor já neste sábado (12).

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A escalada ocorre após a Casa Branca anunciar tarifas de 145% sobre produtos chineses, superando os 125% definidos anteriormente por Trump.