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A China não perde de imediato, mas fica profundamente desconfortável.

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Economia chinesa é instável demais para assumir papel dos EUA.

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O acordo prevê US$ 550 bilhões em investimentos japoneses nos EUA e um claro afastamento da influência chinesa na região do Pacífico.

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A crítica às tarifas dos EUA é, na prática, mais um ato de ingerência disfarçado de diplomacia.

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Os EUA precisam ser tratados como prioridade de Estado — não como adversário ideológico.

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Tudo parecia calmo entre os EUA e a China — até quarta-feira (28).

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Desde 2005, o governo dos EUA investiu cerca de US$ 15 bilhões (R$ 78,6 bilhões) em diques, comportas e barreiras para proteger Nova Orleans contra inundações.

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O Brasil nunca esteve tão distante de Washington como nos tempos atuais, em mais de 200 anos de relações bilaterais com os Estados Unidos.

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O Brasil ocupa a 15ª posição na lista de países afetados, sendo submetido a uma tarifa de 10%.

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Um fato é óbvio: a torcida já pede a sua saída.