
O documento, de 1,2 mil páginas, foi elaborado há dois anos e meio.

O chanceler afirmou que seu governo apoia Israel desde o ataque do Hamas.

O caso reacende ataques a políticos na Alemanha; 60% já sofreram violência.

Em resposta, a Europa criou um “muro de drones” para interceptar tais objetos não identificados.

Berlim diz que as incursões russas testam os limites ocidentais.

Lituânia, Estônia e Letônia são vulneráveis às pressões da Rússia.

Os dados coletados podem apoiar a sabotagem russa e as tropas na Ucrânia.

O acordo reflete a preocupação crescente com a agressão da Rússia.

A ação hostil da China contra a Alemanha tensiona as relações com a UE.

Ao final, o chanceler declarou que o ambiente da reunião foi “muito bom”.