
O caso gerou um impasse diplomático no Itamaraty e nas Forças Armadas.

73% apoiam a continuidade das operações, mas 52% dizem que o Rio ficou menos seguro após a ação.

A pedido do governador do Pará, o objetivo é reforçar a segurança dos eventos e de seus participantes.

Entre os demais moradores do Rio, 55% apoiam e 40,5% desaprovam a operação.

Desde terça, equipes do IML fazem força-tarefa para identificar os corpos.

Após a operação, o governador Elmano de Freitas elogiou a ação policial.

Trata-se da operação mais letal já registrada na história do Rio de Janeiro.

Ao menos 121 morreram na operação, entre eles, quatro policiais.

A ação é apontada como a mais letal da história do estado.

Essa já é a maior operação policial da história do Rio de Janeiro.