Mais uma vez, um time brasileiro é absurdamente “assaltado” pela arbitragem na Libertadores. O confronto entre Flamengo e Estudiantes, da Argentina, realizado no Maracanã na quinta-feira (18), ficará marcado não apenas pelo desempenho em campo, mas pela lamentável atuação da arbitragem, que comprometeu a integridade da Copa Libertadores. É dever de todo brasileiro repudiar os atos ocorridos na partida decisiva contra o Flamengo.
UM SHOW DE ERROS
Desde os primeiros minutos, o árbitro colombiano Andrés Rojas demonstrou evidente despreparo para conduzir uma partida de tamanha relevância. Aos 45 minutos do primeiro tempo, Samuel Lino sofreu um toque claro dentro da área, porém o árbitro ignorou a ocorrência. Especialistas em arbitragem, como Renata Ruel, apontaram que o lance deveria ter sido revisado pelo VAR, mas o árbitro de campo não teve a competência necessária para tomar a decisão correta.
Na segunda etapa, a expulsão do atacante Gonzalo Plata, do Flamengo, gerou perplexidade. Plata foi chutado dentro da área e, em vez de receber o pênalti, acabou sendo expulso. Jogadores, como Samuel Lino, não esconderam sua indignação, afirmando que a arbitragem prejudicou imensamente o Flamengo, com faltas revertidas e cartões amarelos injustos. O gol do Estudiantes também teve um toque na mão dentro da área por um jogador do time argentino, alvo de muitas reclamações. O VAR não chamou para a verificação do lance.
REAÇÕES INDIGNADAS
A revolta se estendeu à comissão técnica e à torcida. Filipe Luís, técnico da equipe, declarou que a arbitragem foi uma “catástrofe” e solicitou o banimento de Rojas da Libertadores. Após o término da partida, um membro da comissão de arbitragem tentou cumprimentar Danilo, que o ignorou, em gesto claro de repúdio à postura da arbitragem.
O Flamengo venceu o Estudiantes por 2 a 1, mas a vitória foi ofuscada pela atuação desastrosa da arbitragem. O clube tem pleno direito de buscar reparações junto à CONMEBOL e exigir que episódios semelhantes não se repitam. A arbitragem não pode ser fator determinante em uma competição de alto nível. É imprescindível que a entidade responsável tome medidas imediatas para garantir que o futebol seja decidido dentro das quatro linhas, e não nos bastidores da incompetência e da vergonha.




