Os Estados Unidos farão uma pausa nesta quinta-feira (11) para lembrar os ataques terroristas de 11 de setembro, marcando um momento sombrio na história do país e da humanidade. Os momentos anuais de silêncio e leitura de nomes serão realizados em Lower Manhattan, no Memorial e Museu do 11 de Setembro, na cidade de Nova York.
Faz 24 anos que nova-iorquinos e americanos de todo o país juraram “nunca esquecer”. “11/9” é uma data abreviada que significa 11 de setembro de 2001. Terroristas realizaram ataques coordenados ao World Trade Center, em Nova York, e ao Pentágono, em Arlington, no estado da Virgínia.
Os ataques ocorreram durante o primeiro mandato do ex-presidente republicano George W. Bush, enquanto Rudy Giuliani estava em seus últimos meses como prefeito de Nova York. Coincidiu com o dia das eleições primárias na cidade, menos de uma semana após o retorno das aulas, e algumas urnas abriram às 6h daquela manhã, horas antes da tragédia.
O voo 11 colidiu com a Torre Norte às 8h46, horário local, seguido pelo voo 175, que atingiu a Torre Sul às 9h03. Os aviões pegaram fogo ao atingir os prédios, e a queima do combustível de aviação provocou o desabamento de ambas as torres. A cerimônia desta quinta-feira terá seis minutos de silêncio para marcar o momento em que os aviões atingiram os prédios e quando cada torre caiu.
Os ataques mataram 2.977 pessoas de 90 países. A maioria — 2.753 — morreu em Nova York, 184 no Pentágono e 40 a bordo do voo 93, que caiu no estado da Pensilvânia. O World Trade Center era símbolo do poder econômico global dos Estados Unidos, e as Torres Gêmeas eram os edifícios mais altos da cidade, abrigando entre 16.400 e 18.000 pessoas. O 11 de setembro foi o ataque mais mortal em solo americano, superando os mais de 2.400 mortos em Pearl Harbor, em 1941, e apenas pandemias ou desastres naturais causaram mais mortes nos EUA.
O World Trade Center já havia sido atacado em 1993, quando terroristas detonaram uma van sob o prédio, matando seis pessoas e ferindo milhares.




