Circulam nas redes sociais boatos de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria morrido. A informação é falsa.
As publicações começaram na madrugada deste sábado (30) e apontavam como supostas evidências a agenda esvaziada do republicano neste fim de semana, a ausência de declarações públicas desde terça-feira (26) e uma foto de sua mão roxa, sugerindo problemas de saúde.
Uma fotografia da Agência France-Presse (AFP), tirada na manhã deste sábado, mostra Trump acompanhado da neta Kai Trump embarcando em uma comitiva presidencial na Casa Branca, rumo ao campo de golfe Trump National, em Sterling, Virgínia. O registro foi feito pelo repórter Andrew Caballero-Reynolds. Segundo apuração da The São Paulo News em Washington, com políticos republicanos, a agenda do presidente norte-americano não incluía compromissos oficiais para o fim de semana. As fontes também confirmaram que jornalistas acompanhariam a atividade de Trump no campo de golfe.
O fato de Trump não ter sido visto em público por três dias alimentou a hashtag “Trump está morto” no X e no Facebook. A especulação ganhou força após preocupações com sua saúde, motivadas por imagens que mostraram hematomas na mão. Além disso, comentários do atual vice-presidente dos EUA, JD Vance, ajudaram a ampliar os rumores.
Na quarta-feira (27), Vance foi questionado se assumiria a presidência em caso de uma “tragédia terrível”. Em entrevista ao USA Today, respondeu que Trump estava em ótima forma, acrescentando que a hipótese não poderia ser descartada: “Ele é a última pessoa a fazer ligações à noite, a primeira a acordar e a primeira a fazer ligações pela manhã”.
Em julho, a Casa Branca confirmou que Trump tem insuficiência venosa crônica, doença que causa inchaço nas pernas, mas não representa risco de vida. Especialistas avaliam que os hematomas observados em sua mão podem estar relacionados à inserção recente de cânula, sugerindo terapia intravenosa para condição não especificada.




