Tarcísio tem 46% e Haddad, 30% no primeiro turno, diz Datafolha

Pode haver definição da eleição em São Paulo já no primeiro turno.

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Uma pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada neste domingo (5) pelo jornal “Folha de S.Paulo”, mostra o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) na liderança da disputa pelo Palácio dos Bandeirantes.

Segundo o levantamento, Tarcísio aparece com 46% das intenções de voto no primeiro turno, seguido pelo ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT), com 30%. Na sequência, aparecem Vera Lúcia (PSTU), com 5%; Carlos Machado (PCB), com 4%; e Vivian Mendes (Unidade Popular), também com 4%. Brancos, nulos e nenhum somam 8%, enquanto 3% dos entrevistados não souberam responder.

Em uma eventual disputa de segundo turno, Tarcísio teria 53% das intenções de voto, contra 37% de Haddad. Em relação à pesquisa anterior, realizada em março, o governador oscilou um ponto percentual para cima, enquanto Haddad manteve o mesmo percentual.

Nos votos válidos, critério utilizado pela Justiça Eleitoral para definir o vencedor, Tarcísio alcança 52%, ante 34% de Haddad, cenário que indica a possibilidade de vitória do governador já no primeiro turno, uma vez que é necessário obter mais de 50% dos votos válidos.

O levantamento foi encomendado pelo jornal “Folha de S.Paulo” e ouviu 1.608 eleitores entre os dias 1º e 3 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada sob o número SP-01703/2026.

A pesquisa também mediu a rejeição aos candidatos. Haddad lidera esse índice, com 47% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. Em seguida, aparecem Tarcísio (29%), Carlos Machado (22%), Vera Lúcia (22%) e Vivian Mendes (15%). Outros 3% disseram rejeitar todos os candidatos ou não votar em nenhum deles, 3% responderam branco, nulo ou nenhum, e 5% não souberam responder.

A desistência de Kim Kataguiri (Missão) e Paulo Serra (PSDB), que, juntos, somavam cerca de 10% das intenções de voto na pesquisa de março, reduziu o número de pré-candidatos e pode favorecer uma definição da eleição já no primeiro turno.


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